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16 de setembro de 2026

São Gonçalo do Amarante é homenageado em evento que celebra legado ambiental para as futuras gerações

Por Comunicação 16/09/2026 #meioambiente

São Gonçalo do Amarante esteve entre os homenageados de um evento marcado pela valorização da memória, da cultura e do compromisso com a preservação ambiental. A programação reuniu autoridades, representantes de instituições, empresários, profissionais da imprensa e diferentes comunidades em torno da Cápsula do Tempo, iniciativa que pretende preservar registros do presente para serem revelados em 2074.

A solenidade contou com a presença da governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, além de representantes de diferentes setores da sociedade. O prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado, foi representado pelos secretários Hélio Duarte (Meio Ambiente, Urbanismo e Mudanças Climáticas) e Jarbas Cavalcanti (Agropecuária e Desenvolvimento Agrário).

Durante o evento, São Gonçalo foi reconhecido pelo trabalho e pelo compromisso assumido com iniciativas ambientais. Ao representar a gestão municipal, Hélio Duarte destacou a parceria do município com ações voltadas à sustentabilidade e à educação ambiental.

"Isso é um presente para o futuro. São Gonçalo hoje é homenageado pelo seu propósito ambiental, por ser uma Prefeitura que aceita e fomenta o Projeto Mais Verde, com educação ambiental, produção de mudas em larga escala e arborização urbana. O prefeito Jaime Calado é parceiro da questão ambiental e grande incentivador do projeto de ESG "São Gonçalo Sustentável" que está sendo desenvolvido no município", ressaltou.

Grande idealizadora da iniciativa e presidente da organização responsável pelo evento, Roseane Delgado explicou que a Cápsula do Tempo nasceu com a proposta de aproximar sociedade, empresas e instituições das ações ambientais desenvolvidas pelo projeto, entre elas o Projeto Mais Verde, voltado à produção de árvores em larga escala.

Roseane também destacou a escolha de transformar a cápsula em uma peça visível e integrada ao espaço do museu, em vez de enterrá-la. "Eu não queria uma cápsula enterrada no chão. Queria uma peça clara, reluzente, que carregasse memórias. No museu, ela permanecerá por 50 anos, até 2074. Nosso legado estará aqui, mesmo quando nós não pudermos estar", afirmou.

A Cápsula do Tempo é uma iniciativa da OASA (Organização de Atitude Social e Ambiental), desenvolvida em parceria com o Museu Câmara Cascudo e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A escolha do museu para receber a instalação reforça o próprio significado do projeto: preservar memórias, registros e símbolos do presente para que possam ser revisitados pelas próximas gerações.

A programação também foi marcada pela diversidade e pela valorização da cultura viva, com a participação de povos indígenas, comunidades ciganas e quilombolas, além de representantes de diferentes segmentos sociais.

 

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